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Dropando na comunidade

O Dançando Para Não Dançar, que atua desde 1995 nas Comunidades do Cantagalo, Pavãozinho e Pavão, se apresenta no dia 29 (domingo), às 13h, a convite do Projeto “Dropando na comunidade”. No repertório, “Urubú Malandro”, de Pixiguinha e João de Barros, cuja coreografia é própria da Cia de Dança.

 

Além do balé, o público presente assistirá também o grupo H2BK, o casal Flávia e Vinícius e a equipe Espacial, entre outras atrações.

 

Dançando – O Dançando Para Não Dançar utiliza o perfil lúdico do balé clássico como instrumento de inclusão social e de cidadania. Os principais alvos são a profissionalização de jovens, o incentivo à participação cultural e o combate à exclusão social, ao proporcionar acesso à formação em uma profissão na qual dificilmente estes jovens ingressariam.

 

Hoje o projeto se faz presente em 12 comunidades – Cantagalo, Pavão-Pavãozinho (1995), Rocinha (1996), Mangueira (1997), Chapéu-Mangueira (1998), Babilônia (1999), Morro dos Macacos (2000), Jacarezinho (2001), Tuiutí, (2002), Salgueiro (2003), Dona Marta (2004) e Morro do Borel (2007), além da Escola de Dança no centro da cidade, e atende cerca de 840 crianças e jovens.

 

“O objetivo Dropando na comunidade vem de encontro ao trabalho que o Dançando Para Não Dançar faz nas comunidades onde atua: integração e inclusão social, procurando aumentar a perspectiva profissional para os seus alunos e de renda para as famílias atendidas. Por isso, estaremos sempre apoiando suas ações”, informa Thereza Aguilar, coordenadora do “Dançando…”.

 

Dropando – O projeto Dropando na comunidade é voltado para a conscientização cultural e divulgação dos projetos e comércios das comunidades. Surgiu pela Agência de Redes para a Juventude, iniciado em março do ano passado, quando 300 jovens, de 15 a 29 anos, foram selecionados para participar e dar idéias que melhorassem de alguma forma a comunidade que morava.

 

A idéia é mudar a imagem que a sociedade ainda guarda dos morros e favelas e da população residente, propondo um melhor e maior relacionamento entre moradores de favelas e os visitantes brasileiros e estrangeiros, procurando aumentar a perspectiva de economia e renda, e da mistura de belezas e níveis sociais.

 

“Com o aumento contínuo do turismo no Rio de Janeiro, principalmente por causa dos eventos marcados para os próximos anos, e ainda, a instalação da equipe de segurança da polícia militar (UPP’s), no Cantagalo, Pavão e Pavãozinho, oferecemos mais oportunidade e confiança de apresentar nosso dia-a-dia e nossa cultura”, explica Mayara Costa, do Dropando na Comunidade.

 

Parcerias – O “Dançando Para Não Dançar” é patrocinado pela Lei de Incentivo à Cultura – Governo Federal – País Rico é País sem Pobreza; e pela Petrobras, desde 1997. Conta com as parcerias da Faperj, VideoFilmes, Wellstream do Brasil Indústria e Serviços Ltda, Governo do Estado do Rio de Janeiro – Secretaria de Estado de Cultura, e Programas Ponto de Cultura , Mais Cultura e Cultura Viva.

 

Também tem parcerias com as Associações de Moradores das comunidades beneficiadas, da Vila Olímpica da Mangueira, dos Cieps Ayrton Senna, Salvador Allende e João Goulart, do Teatro Leblon, do Teatro das Artes, da UniverCidade, do curso de inglês Brasas, do curso de alemão Baukurs além de convênios mantidos com a Staatliche Ballettschule Berlin e Balé Nacional de Cuba.

 

Imprensa

Tania Aguilar

Assessoria de Imprensa e Divulgação. Nextel: (21) 7719-1632

ID: 88*40683 – e-mail: taniaimprensa@gmail.com

Fotos: João Lopes

Contatos no Dropando: Mayara Costa 021- 3472.0143

mayara.moura@live.com.pt

 

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