Notícias

Cia. Dançando Para Não Dançar homenageia Villa-Lobos em espetáculo gratuito no Borel

“Amazônia, floresta do Brasil” – Espetáculo da Cia. Dançando Para Não Dançar em homenagem a Heitor Villa-Lobos, com músicas dele e de Leandro Braga. Coreografia de Paulo Rodrigues e direção geral de Thereza Aguilar. Com os solistas Carlos Cabral, do Corpo de Baile do Theatro Municipal, e Fernanda Duarte, aluna do projeto Dançando Para Não Dançar, e outras seis bailarinas. Depois da apresentação, será exibido o premiado longa-metragem “Billy Elliot”, de Stephen Daldry.

 

Quando: 23/10/2010 (sábado), às 14h

Onde: Rua São Miguel, 430 (antiga quadra da Unidos da Tijuca)

Capacidade: 500 pessoas

Duração do balé: 40 minutos

Duração do filme: 111 minutos

Censura livre

Entrada franca

 

O projeto Dançando Para Não Dançar preparou uma programação especial dedicada às crianças e jovens, com entrada franca, para o próximo dia 23/10 na antiga quadra da Unidos da Tijuca. A Cia. Dançando Para Não Dançar – tendo como solistas Carlos Cabral (bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro) e Fernanda Duarte, aluna do projeto – apresentará um trecho de “Amazônia, floresta do Brasil”, de seu repertório, sobre a obra do compositor e maestro Villa-Lobos.

 

A coreografia é assinada por Paulo Rodrigues. A direção geral é de Thereza Aguilar, criadora e coordenadora do projeto, que dá acesso a crianças e jovens de 13 comunidades cariocas ao balé clássico. Em seguida, o público poderá assistir ao filme “Billy Elliot” (que teve três indicações ao Oscar e ganhou prêmios mundo afora), dirigido por Stephen Daldry e estrelado por Jamie Bell. O filme trata da história real de um menino de 11 anos, filho de um minerador de carvão no interior da Iglaterra, que se apaixona pela dança e, às escondidas da família e com o apoio da professora, vai tentar uma audição no Royal Ballet de Londres.

 

Sobre o projeto – Cia. Dançando Para Não Dançar é formada exclusivamente por jovens do projeto Dançando para não dançar, moradores de comunidades do Rio de Janeiro. O grupo já se apresentou em diversos locais públicos da cidade, como em palcos montados nas praias de Ipanema, Arpoador, Flamengo e Botafogo; na Cinelândia, no Largo da Carioca e na Central do Brasil – além de escolas e Centros de Atendimento Integrado (Caics). Apresentou-se no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e nos teatros João Caetano e Carlos Gomes. No exterior, a Cia. dançou na escola de balé de Berlim, Alemanha.

 

O Dançando Para Não Dançar foi idealizado pela bailarina e professora Thereza Aguilar, em 1995. Já encaminhou cinco meninas do Pavão-Pavãozinho, Cantagalo, Mangueira e Rocinha para especialização no exterior – Berlim/Alemanha e Havana/Cuba – e em renomadas companhias nacionais – Ballé Stagium , Grupo Corpo e Cia. Deborah Colker. Aprovou cerca de uma centena de alunos para a escola de dança Maria Olenewa, da Fundação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A direção artística da companhia é do professor e primeiro bailarino do Theatro Municipal Paulo Rodrigues.

 

Parcerias – O Dançando Para Não Dançar é patrocinado pela Petrobras e tem como parceiros o Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, a Vídeo Filmes, o Governo do Estado do Rio de Janeiro – Secretaria de Cultura, Faperj e Programas Mais Cultura; Ponto de Cultura e Cultura Viva. Tem parcerias com os apoios das associações de moradores das comunidades beneficiadas, da Vila Olímpica da Mangueira, do Instituto de Cidadania da Unidos da Tijuca, dos Cieps Ayrton Senna, Salvador Allende e João Goulart, do Teatro Leblon, do Teatro das Artes, da UniverCidade, do curso de inglês Brasas, do curso de alemão Baukurs, do Instituto Master de Cultura e do Centro Calouste Gulbenkian, além de convênios mantidos com a Staatliche Ballettschule Berlin e o Balé Nacional de Cuba.

 

A criação da companhia vem de encontro à proposta do Dançando Para Não Dançar de acompanhar o desenvolvimento dos alunos mais adiantados, que permanecem obtendo o apoio do projeto para o aperfeiçoamento e profissionalização na área, mesmo que já estejam estudando em outras escolas de dança ou fazendo especialização em companhias do Brasil ou do exterior.

Deixe uma resposta